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O QUE  HIPNOTERAPIA CLÍNICA ?

 

Hipnoterapia Clínica é um processo natural de profundo relaxamento, onde é afastada a parte crítica do racional, dando acesso aos conteúdos de memória. Logo  o terapeuta profissional utiliza-se da hipnose como um meio de comunicação direta com a mente subconsciente do paciente.
 
O estado de transe hipnótico, alcançado durante as sessões, faz com que o cliente consiga quebrar padrões limitantes e mudar algumas crenças, conseguindo assim realizar mudanças no seu comportamento.
 
Através da hipnose o indivíduo poderá ter fácil acesso aos seus recursos internos e com isso promover melhorias significativas, resolver os seus problemas e conflitos, bem como alcançar seus objetivos na vida.

 

Foi na área da saúde, e orientada por uma rigorosa ética médica, que a hipnose se desenvolveu como ferramenta terapêutica.
Dá-se o nome “hipnose” ao um conjunto de técnicas que visa melhorar a concentração e minimizar as distrações habituais, elevando a capacidade de resposta às sugestões para a alteração de pensamentos, sentimentos, comportamentos, ou estados fisiológicos.
A hipnose não é um tipo de psicoterapia, tampouco um tratamento em si, mas um procedimento que pode ser utilizado para facilitar outros tipos de terapias e de tratamentos, tornando-os mais breves e eficazes (APA, 2009).
O hipnólogo- clínico é quem pode utilizar a hipnose terapêutica, por meio de sugestão, alterar e adequar, em benefício do tratamento, os recursos internos do corpo e da mente, possibilitando a melhoria, diminuindo ou eliminando os fatores que causam ou colaboram com a instalação dos problemas e despertando a potencialidade orgânica e mental que está dormente e normalmente não é utilizada.
Hospitais já utilizam a hipnose como forma de tratamento para diversas doenças
Salvo as doenças provocadas por fungos, vírus e bactérias ou por causas genéticas, acidentais e abusivas contra a saúde, as demais têm sua origem na mente humana, inclusive casos de câncer.
“A hipnose  é apenas uma técnica de tratamento, a cura está em cada pessoa. O terapeuta não é curandeiro ou milagreiro, é apenas um facilitador do processo terapêutico.”
 
O primeiro hospital no Brasil a ter um departamento de hipnologia foi o Hospital das Clínicas de São Paulo, no qual a técnica é utilizada para preparar pacientes para cirurgias, diminuindo a carga anestésica e o nível de ansiedade.
 
O Hospital do Câncer, situado na capital paulista, também já adota a nova técnica. Na UEL (Universidade Estadual de Londrina), pesquisadores estudam seus efeitos no tratamento de Aids, câncer, depressão, hipertensão e até diabetes.
Crozera explica que é feito um relaxamento profundo com o paciente e são trabalhadas as técnicas da hipnose condicionativa.
“O paciente já sai da sessão com vontade de viver. Seu metabolismo também muda. Nos casos de Aids, trabalha-se trabalha basicamente a auto-estima. A doença é causada por um vírus, mas ele não mata”, salienta o hipnólogo. “A propaganda acabou condicionando a mente das pessoas a acharem que ela mata. Quando o indivíduo pega o resultado de um exame que o identifica soropositivo, sua auto-estima cai e, conseqüentemente, seu fator imunológico: aí, desencadeia o processo.”
Educadores podem usar a hipnose dentro da sala de aula, técnicos esportistas e os profissionais da área criminalística tendem fazer uso da técnica para resgate de informações de memória.
As únicas restrições são para pessoas sem capacidade auditiva e as quem não têm sanidade mental.
 
Terapia existe há mais de 4 mil anos
Tudo o que entra de forma subliminar (por meio dos sentidos) até chegar à mente é um processo de hipnose. Neste contexto, o hipnólogo Luiz Carlos Crozera aponta que a hipnose é um processo natural vivenciado pelos seres humanos todos os dias.
“A técnica existe há 4,5 mil anos e ajuda no resgate da auto-estima, concentração e mudança de hábitos (parar de beber ou fumar), na recuperação de traumas e tratamento da depressão, obesidade, câncer, Aids, entre outras doenças”, explica.
A hipnose trabalha como coadjuvante em qualquer tratamento – tanto de saúde física quanto mental. É um estado de relaxamento profundo no qual se consegue abrir o sensor crítico do cérebro para entrar na mente inconsciente.
“A hipnose é a única maneira de se chegar aos registros mentais, positivos ou negativos, da vida de um indivíduo – da gestação até os dias atuais.”
A hipnose condicionativa não investiga a vida do paciente e nem é regressão (hipnose clássica). É um processo interno no qual o paciente não fala com o terapeuta.
Para o profissional, não importa o que tem dentro da mente da pessoa: ele vai simplesmente bloquear esses registros. O terapeuta é apenas um facilitador do processo de tratamento – tudo ocorre dentro da pessoa.
 
Poucas sessões para curar
“O método é simples, mas muito eficaz”, aponta Steohan Garcia, terapeuta holístico em Curitiba. “Não existe nada mais gratificante do que ver uma pessoa mudar sua vida, libertando-se de traumas desnecessários, a partir de poucas sessões”.
A estudante de educação física A. D. C., 19 anos, sofria de enxaqueca pelo menos três vezes na semana desde os 10 anos. “Ultimamente apenas injeções de analgésicos aliviavam. Na primeira sessão, já me senti melhor. O terapeuta diz que chorei.”
Um dentista que preferiu não se identificar conta que durante a hipnose ouvia a voz de Luiz Crozera. “Via imagens, mas quando cheguei no parto, senti realmente que estava rompendo uma barreira.”
 
Quem pode passar pela hipnose clínica ou Hipnose terapêutica?
Dentro da realidade individual de cada um qualquer pessoa pode passar pela hipnose clínica, porém alguns apresentam mais dificuldades ou mesmo a impossibilidade, como por exemplo pessoas embriagadas, pois há dificuldade em focalizar sua atenção.
Hoje problemas como: depressão, ansiedade, medos, pânico, traumas, dores crônicas
O mesmo ocorre com pessoas com deficiências mentais, patologias como a psicose e aqueles que não dispõem de capacidade auditiva.
Hoje problemas como: depressão, ansiedade, medos, pânico, traumas, dores crônica, fobias podem ser tratados com sucesso utilizando a hipnose clínica.

 

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Consulte sempre seu médico
Apenas quem pode diagnosticar uma doença é o médico. O hipnólogo Clínico não está habilitado para fazer quaisquer tipos de diagnósticos, podendo atuar apenas de formas natural, terapêutica, complementar ou alternativa, seguindo o que próprio paciente relata sobre seus problemas. 

* Antes de optar por uma terapia natural, complementar ou alternativa, consulte seu médico de confiança.

"Quando você muda tudo ao seu redor  muda."


Ribeiro  - Hipnólogo